Desafio:

Prevenção de Queda de Ferramentas e Materiais em Trabalhos em Altura

Como evitar a queda de ferramentas e materiais durante trabalhos em altura em torres de transmissão, protegendo as pessoas que atuam na estrutura e no solo? 

PROBLEMA A RESOLVER

Nas atividades em altura das equipes de linha, o trabalhador utiliza ferramentas manuais, bolsas e materiais que precisam ser levados e manuseados no alto da estrutura. Em manutenções corretivas, atividades em linha viva e atendimentos de emergência, esse manuseio é constante e ocorre em condições de pouco espaço, uso de luvas e posições de trabalho desconfortáveis.  

A queda de objetos é hoje uma das principais preocupações de segurança dessas intervenções: praticamente toda atividade de linha em altura convive com o risco de uma ferramenta, peça ou bolsa de material se soltar. Um objeto que cai de uma torre pode atingir pessoas posicionadas abaixo da estrutura, e há registros no setor elétrico de ocorrências graves dessa natureza.  

O modelo atual depende de procedimentos, atenção individual e dos meios de amarração e transporte disponíveis, e apresenta as seguintes características:  

  • Ferramentas e materiais manuseados soltos ou apenas apoiados no topo da torre ou em plataformas improvisadas, sujeitos a deslizamento, esbarrão ou esquecimento;  
  • Dependência da disciplina individual para amarrar cada item, o que se torna mais difícil sob pressão de tempo, como em atendimentos de emergência;  
  • Risco para a equipe de solo, que precisa permanecer próxima à estrutura durante a atividade;  
  • Ausência de solução simples e padronizada, adequada à rotina das equipes de linha, que prenda a ferramenta ao trabalhador ou à estrutura sem comprometer a agilidade e a destreza do trabalho.  

Outros setores que realizam trabalhos em altura, como plataformas e construção, já lidam com esse problema, e acreditamos que há soluções, tecnologias e práticas que podem ser adaptadas ao contexto de torres de transmissão. As principais oportunidades são:  

Retenção de ferramentas e materiais  

  • Meios que mantenham ferramentas manuais e materiais presos ao trabalhador ou à estrutura durante todo o uso, evitando que caiam em caso de escorregão, esbarrão ou falha de manuseio;  
  • Soluções para o transporte e a guarda de ferramentas e materiais no alto da torre, que evitem a queda acidental de bolsas, componentes e peças;  
  • Abordagens complementares que reduzam a chance de queda de objetos ou a gravidade de suas consequências, sem restringir a solução a um tipo específico de equipamento.  

Ergonomia e compatibilidade  

  • Compatibilidade com as ferramentas, EPIs e procedimentos já utilizados pelas equipes de linha da Taesa, inclusive em atividades de linha viva;  
  • Peso e volume que não aumentem o esforço nem prejudiquem a mobilidade e a destreza do trabalhador;  
  • Facilidade de uso, sem exigir etapas extras que reduzam a adesão em campo;  
  • Adequação a diferentes geometrias de torre e aos tipos de ferramentas e materiais empregados nas intervenções.  

Segurança e conformidade  

  • Conformidade com a norma regulamentadora para atividades em altura (NR-35) e demais normas aplicáveis;  
  • Solução que não introduza novos riscos ao trabalhador, como o enroscamento em cabos e estruturas ou a limitação de movimentos em situação de emergência.  

Buscamos soluções com foco em adoção real pelas equipes de campo, passíveis de uso nas atividades corretivas, de linha viva e de emergência nas torres de transmissão. 

RESULTADOS ESPERADOS

Pronto para transformar o setor elétrico?

Acesse o formulário completo do Desafio e descubra como participar dessa jornada de inovação com a TAESA.

Orientações Gerais

As propostas deverão apresentar, de forma clara e objetiva, a composição financeira do projeto, indicando o valor total previsto, o montante de responsabilidade da Taesa (aporte PDI via verba regulada ANEEL) e a contrapartida financeira e econômica do executor, seja em horas de desenvolvimento, equipamentos, infraestrutura ou aporte direto de recursos próprios. A proporção entre as partes deverá estar explicitamente justificada e alinhada às regras do Manual de PDI da ANEEL vigente.

Adicionalmente, as propostas deverão obrigatoriamente contemplar:

Conheça as etapas do Desafio

Inscrição

Envio das propostas via formulário online.

05/11/2026 a 05/01/2027

Seleção

Análise técnica das propostas recebidas.

Pitch Day

Apresentação das soluções para a banca.

Imersão, Refinamento e Contrato

Reuniões técnicas, envio da proposta final ajustada e Assinatura do contrato para início do projeto.

Compartilhe nas Redes

Veja Outros Desafios

Engajamento Comunitário para o Manejo Integrado da Vegetação em Ativos de Transmissão

Como podemos engajar comunidades locais na implementação de estratégias de Manejo Integrado de...

Previsibilidade no Licenciamento e Gestão Ambiental

Como podemos planejar e replanejar com precisão, a partir das características técnicas e...

Monitoramento não invasivo de reatores a núcleo de ar (secos)

Como viabilizar o monitoramento contínuo e não invasivo dos reatores shunt a núcleo...

Novos desafios foram abertos para inscrição!

Não perca a chance de participar e co-criar com a gente!